
Atualizado por último em dezembro de 2025
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O mercado imobiliário de Minas Gerais vive um momento de intensa movimentação e transformação. A demanda permanece resiliente e fortemente influenciada pelos públicos mais jovens, com destaque para a Geração Z, que vem impulsionando o interesse por moradia e ampliando sua presença no Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Mesmo com desafios relacionados ao poder de compra, o apetite por aquisição segue elevado.
Nos últimos anos, o estado tem registrado avanços relevantes em lançamentos e vendas, acompanhando a dinâmica do cenário nacional. Regiões como a Região Metropolitana de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Uberlândia se destacam entre os mercados mais aquecidos, mostrando um ritmo consistente de atividade e reforçando o protagonismo do MCMV nas principais cidades.
Segundo Guilherme Werner, Sócio-Consultor, a capital mostra um retrato claro desses movimentos. Ele aponta que “Belo Horizonte enfrenta hoje uma carência significativa de habitação popular, com demanda superior a 40 mil unidades por ano, ao mesmo tempo em que registra um dos metros quadrados mais caros do país. Em 2025, a cidade teve queda de 30% nos lançamentos e de 16% nas vendas, refletindo um mercado mais cauteloso, porém resiliente. Os imóveis compactos seguem com boa aceitação, enquanto a ausência de Habitação de Interesse Social continua sendo um dos principais gargalos do setor.”
Para 2026, as projeções indicam um período de ajustes, marcado por um ambiente econômico mais cauteloso, mas também por oportunidades estratégicas. Tendências como novas formas de moradia, mudanças no perfil dos compradores e transformações na oferta devem influenciar os rumos do setor em Minas Gerais.
Esses dados foram apresentados durante o INC Minas, realizado em dezembro, onde a Brain esteve presente. Para aprofundar nos indicadores e entender em detalhes como o mercado imobiliário mineiro está evoluindo, baixe o relatório completo.