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Brain | Intenção de compra de imóveis atinge maior nível da série histórica no 2º trimestre de 2026

Intenção de compra de imóveis atinge maior nível da série histórica no 2º trimestre de 2026

Brain Inteligência Estratégica
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Intenção de compra de imóveis atinge maior nível da série histórica no 2º trimestre de 2026

Atualizado por último em setembro de 2026

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A intenção de compra de imóveis no Brasil alcançou 52% no segundo trimestre de 2026, o maior percentual registrado desde o início da nossa série histórica. O resultado representa um avanço de 3 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2025, quando o indicador estava em 49%. 

Entretanto, o avanço da intenção de compra não significa que todos os potenciais compradores estejam igualmente próximos de concretizar a aquisição.

Entre os entrevistados, 38% pretendem comprar um imóvel, mas ainda não iniciaram a busca. Outros 10% já pesquisam online e 4% estão em uma etapa mais avançada, visitando imóveis.

Essa diferença ajuda a dimensionar melhor o mercado potencial. Existe uma jornada entre manifestar a intenção, iniciar a procura, avaliar alternativas e efetivamente realizar a compra.

O horizonte declarado pelos consumidores reforça essa perspectiva: entre aqueles que pretendem adquirir um imóvel, 31% planejam concretizar a compra em até um ano e 37% entre um e dois anos.


A Geração Z amplia sua presença entre os potenciais compradores


A Geração Z apresenta a maior intenção de compra entre as gerações pesquisadas: 67% dos entrevistados entre 21 e 28 anos pretendem adquirir um imóvel. No segundo trimestre de 2025, esse percentual era de 57%.

O resultado mostra que a aquisição de um imóvel permanece como uma aspiração relevante mesmo entre os consumidores mais jovens. As motivações também ajudam a compreender esse comportamento. Entre a Geração Z, ganham maior peso os movimentos de transição de vida, como sair do aluguel, deixar a casa dos pais, mudar de localidade ou iniciar uma nova configuração familiar.

Já em outras gerações, necessidades relacionadas a upgrade e investimento assumem participações diferentes.


As transições de vida continuam impulsionando a compra de imóveis


Quando analisamos as razões que levam os consumidores ao mercado, percebemos que a decisão de compra permanece fortemente associada às mudanças de vida.

Na pesquisa, 64% das motivações estão relacionadas a transições, como sair do aluguel, deixar a casa dos pais, mudar de localidade, casar ou se separar.

Individualmente, sair do aluguel é a principal motivação, mencionada por 37% dos entrevistados com intenção de compra.

Outros 20% das motivações estão relacionados à busca por upgrade, como mais espaço, mais benefícios ou um imóvel mais novo. Já 13% correspondem à aquisição com objetivo de investimento.

Os dados reforçam que a escolha de um imóvel não acontece apenas a partir de atributos físicos ou financeiros. Ela está diretamente conectada ao momento de vida do consumidor e às necessidades que surgem em cada etapa dessa trajetória.


O que esses resultados significam para o setor


O maior nível de intenção de compra da nossa série histórica indica a existência de uma base relevante de potenciais compradores, mas os diferentes recortes mostram que essa demanda não pode ser interpretada como um grupo homogêneo. Geração, renda, região, momento de vida, produto desejado e estágio da jornada alteram a relação do consumidor com a aquisição de um imóvel. 

Em nosso relatório sobre a Intenção de Compra do segundo trimestre deste ano, aprofundamos esses comportamentos e apresentamos recortes por geração, renda, região, produto e motivação, além da evolução histórica dos indicadores de compra e intenção.

Acesse o relatório completo e conheça os comportamentos, desejos e motivações que estão moldando a demanda por imóveis no Brasil.

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