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Startups no mercado imobiliário e o PLP 249/2020

04/12/2020, 11:12

Por Pedro Camargo e Natalia Brotto

Como comumente dito, o mercado da construção civil é o termômetro da economia brasileira. E no quesito ‘inovação’, ele não fica de lado.

No Brasil, o franco crescimento na quantidade e qualidade das startups – modelos de negócios pautados na inovação, rápida escalabilidade e incertezas –, também é demonstrado pelo surgimento de diversas construtechs.

Essas construtechs, startups voltadas para modelos de negócios no mercado imobiliário , vêm ganhando cada vez mais espaço em solo nacional, com ideias práticas e de rápida validação junto ao mercado para solucionar problemas e/ou potencializar ferramentas já existentes, como é o caso do desenvolvimento de plataformas de realidade aumentada que permitem que o cliente visite a unidade que pretende adquirir como se nela estivesse sem que, nem mesmo, esta tenha começado a ser construída.

Outro exemplo são os softwares de chatbots que, através de tecnologias de inteligência artificial, oferecem soluções baratas e eficientes para auxiliar no atendimento dos clientes, diminuindo o tempo de resposta, aumentando índices de resolução de dúvidas e fomentando a satisfação do cliente.

Portanto, esse modelo de negócio é uma realidade que não tem mais volta, cabendo, agora, ao Poder Público, no seu papel regulador, estabelecer normativas modernas para fomentar o mercado de tecnologia e inovação no Brasil, bem como garantir maior segurança ao desenvolvimento de startups, especialmente no ramo que serve de termômetro da sua economia.

Assim, vê-se com verdadeiro otimismo o Projeto de Lei Complementar PLP nº 249/2020, enviado na segunda metade de Outubro pelo Executivo ao Congresso para a criação do Marco Legal das Startups, uma legislação sucinta, mas que traz consigo algumas importantes novidades em torno da definição de startups, relação com o investidor anjo e regime especial de contratação com a Administração Pública.

Isto posto, frisa-se que a adoção de uma legislação específica ao tema, com a evidente intenção de auxiliar na gestão das startups e fomentar os investimentos, vem ao encontro da demanda criada por mercados como o imobiliário pela inovação, de modo que agora se aguarda a tramitação do PLP nº 249/2020 junto ao Congresso Nacional com grande expectativa.


*A opinião do autor não reflete necessariamente a visão da Brain inteligência estratégica

 

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